Trabalhar o solo com mecanização inteligente é muito mais fácil
Em certos terrenos, nada funciona direito — patina, atola, quebra. Mas os tratoritos TRS100 e TRS200 chegaram para quebrar esse padrão: força surpreendente, tração com estabilidade, facilidade de manobra e conforto. Tudo isso com preços que assustam — não pelo valor alto, mas pela acessibilidade.
Você já tentou mecanizar sua lavoura e só encontrou máquinas pesadas, caras ou complicadas de operar?
Os tratoritos de esteira da Silare nasceram para enterrar de vez esses problemas — com tração real, embreagem confiável e controle fácil, pensados para qualquer pessoa operar, inclusive produtores idosos ou com limitações físicas.
Por que os tratoritos TRS100 e TRS200 são diferentes de tudo o que você já viu?
Se esteiras são boas o bastante para tanques de guerra vencerem qualquer terreno, por que seu tratorito não poderia ter a mesma vantagem?
A diferença é brutal.
Pneus concentram o peso em um único ponto — afundam e patinam. Já a esteira distribui o peso como uma mesa com várias pernas. Terra fofa? Morro? Tanto faz — a máquina vai onde precisa ir.
Falta de controle de velocidade e torque fraco: dramas comuns ao pequeno produtor.
Em um cenário, a máquina te arrasta pelo terreno — um pesadelo para quem tem mais idade ou alguma limitação física. No outro, patina e engasga na hora em que você mais precisa dela.
Dois extremos: ou ela te arrasta, ou não anda.
A Silare inverteu essa lógica: motor 6,5 HP com redutora integrada, que DOBRA o torque comparado a outros tratoritos da mesma categoria.
Duas marchas para a frente, uma à ré - força para puxar, firmeza para andar no seu ritmo e controle total nas manobras. Aqui, o operador manda e a máquina obedece.
80% dos tratoritos que param de funcionar no pior momento possível têm um vilão em comum: o sistema de embreagem por tensão de correias. Troca a correia hoje, arrebenta amanhã.
Nos tratoritos da Silare, isso não existe. O segredo? Embreagem multidisco banhada a óleo.
Acelerou, acionou. A confiabilidade vira regra e o serviço flui sem parar.
O TRS100 é pura precisão. Uma lagarta central que permite inclinar a máquina no terreno. Perfeito pra terrenos desafiadores, como em café de montanha onde terraceamento é obrigatório, ou culturas delicadas como alface e brócolis, cujo espaçamento é apertado. Trabalha exclusivamente com implementos de arrasto traseiro (incompatível com carretinha).
O TRS200 é o bruto da dupla: duas lagartas, mais largo e robusto. Além dos implementos de arrasto traseiro, aceita enxadas rotativas instaladas no lugar das esteiras, conta com tomada de força integrada e ainda pode usar carretinha para transporte (deve-se considerar a presença da redutora para essa finalidade).
Não existe “o melhor” — cada um se adapta a necessidades específicas. Eles se complementam.
Para quem são esses tratoritos?
A Silare é comandada por Luiz Ricardi, engenheiro projetista com mais de 30 anos no agro, filho de agricultores e especialista em criar soluções únicas no mercado.
Tudo testado em campo, com melhorias reais baseadas no que o produtor precisa.
Conteúdo técnico e confiável no YouTube, seguido por mais de 150.000 pessoas.
É hora de trazer mais autonomia à sua lavoura!
Elimine todas as dúvidas conversando com nossa equipe técnica através do WhatsApp. Vamos te mostrar como os tratoritos de esteira podem revolucionar a lida no campo.
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O pequeno produtor que entender isso poderá lucrar até 40% a mais — sem aumentar um palmo a área de plantio
Tradições são valiosas, mas algumas merecem ficar apenas na história, especialmente quando causam prejuízo. Em silos tradicionais, como superfície ou trincheira, uma fatia gorda do que você produz é perdida. Ao ensacar, cada volume vira um mini-silo individual, totalmente protegido, preservando alimento de qualidade por anos. Além de estancar perdas, o produtor ganha praticidade no manejo, previsibilidade e munição para negócios de oportunidade.
Ensacar silagem: o segredo da “sorte” em pequenas áreas rurais?
Faz sentido pensar em plantar mais enquanto ainda se perde muito? Especialmente para pequenos produtores, espaço é sempre um desafio — e cada tonelada perdida dói no bolso. Como garantir alimento o suficiente para manter o gado em épocas difíceis? Às vezes, arrendar o terreno do vizinho é uma alternativa viável, mas não basta para acalmar os ânimos frente às estatísticas: no Brasil, cerca de 40% da silagem é perdida todos os anos. O motivo? Apego à tradição.
No tradicional silo de superfície, cada abertura da lona empurra ar e umidade para dentro. Resultado? A silagem aquece, oxida, refermenta e perde nutrientes enquanto fungos e microrganismos nocivos encontram um paraíso para se desenvolver. Uma parte significativa do alimento apodrece e, mesmo na fatia do silo que não chega a apodrecer, a aparência engana: como grande parte das perdas é invisível, quando o produtor percebe, já faz parte da estatística. Assim, além da quantidade de alimento insuficiente, o que resta nutre pouco e ainda pode adoecer o rebanho. No tempo do seu avô isso era o melhor que existia, mas hoje é possível fazer diferente: você conhece o problema e tem a oportunidade de dominar a solução.
Quando você abandona o sistema antigo e passa a ensacar em volumes de 30 kg, tudo muda. Cada saco vira um pequeno silo individual, aberto apenas na hora do consumo, enquanto todos os outros seguem intactos e protegidos. Pela eficiência da vedação, a silagem ensacada é superior a qualquer outro método de armazenamento conhecido. Isolado do oxigênio externo, o alimento fica preservado com máxima qualidade por anos. As perdas caem quase a ZERO e, quando você deixa de perder, passa a lucrar. Nada de comprar silagem cara dos seus vizinhos, eles é que vão comprar o seu excedente.
Quem tem alimento guardado entra nas secas como comprador, não como refém do clima. O vizinho despreparado teme perder o gado, e você tem exatamente o que ele precisa. Muitas vezes, o próprio excedente da sua silagem compra o gado — épocas difíceis fazem dela uma moeda de troca poderosa.
A estatística fala em até 40% de lucro a mais só por evitar perdas. Na prática, negócios de oportunidade tornam esse potencial ainda maior, e tudo isso sem aumentar um palmo da área plantada — embora, nessas condições, arrendar o terreno do vizinho (quem sabe a troco de silagem) possa ser uma excelente estratégia. Não para compensar perdas, mas para lucrar ainda mais.
O campo está cheio de oportunidades, mas só aproveita quem está preparado. Para os outros, isso parece “sorte”. Para você, é apenas gestão inteligente. Quando se prepara, você consolida a própria sorte.
No fim, a verdade é simples: o segredo para prosperar na pequena propriedade não é produzir mais, é perder menos. E as máquinas ensacadoras da Silare existem para ser o seu braço direito nesse processo, fazendo da silagem preservada uma vantagem competitiva real.
Por que adquirir uma ensacadora da Silare?
A silagem deixa de estragar. Os valores nutricionais se mantêm. As perdas caem praticamente a zero. Isso muda completamente o resultado no cocho e no bolso. Com o ensacamento, já existe validade comprovada de até 4 anos enquanto os sacos permanecem lacrados, podendo durar ainda mais em condições ideais de matéria seca e estocagem.
Você transporta, empilha, organiza e serve o alimento com muito mais facilidade. Nada de lama, chuva ou silagem podre te atrasando. O serviço de ensaque se torna barato e prático, otimizando tempo e reduzindo esforço.
As linhas RS35 e MG35 ensacam mais de 100 materiais. Silagem, rações, grãos, capins, resíduos úmidos ou secos — a máquina trabalha o ano inteiro.
Com sacos individuais, você ganha controle. Sabe exatamente o que tem, quanto pesa e quanto tempo vai durar. Pode inclusive vender o excedente com praticidade — e, se o objetivo for vender, produzir sacos padronizados se torna ainda mais estratégico: peso uniforme, negociação facilitada e maior valor agregado por volume.
Conjunto de vantagens que só a Silare te entrega:
Muito mais que silagem: ensaque uma infinidade de materiais
Silagem é a principal demanda por máquinas ensacadoras, mas as máquinas da Silare são capazes de trabalhar com mais de 100 tipos de materiais, cada qual com comportamento, densidade e tamanho de partícula diferentes.
Silagens (milho, capins, sorgo, aveia…), grãos (milho, soja, arroz…), farelos, rações, resíduos úmidos (bagaço de malte, polpa cítrica úmida, torta de algodão…), resíduos secos (serragem, maravalha, farelos diversos), adubos, substratos e até materiais orgânicos.
Se o produtor rural precisa armazenar, transportar, vender ou organizar, sempre tem uma ensacadora Silare que faz — aqui a solução é completa.
Veja o ensaque de silagem feito na prática:
Na dúvida? Diga-nos o que você deseja ensacar e nós te indicaremos o modelo de ensacadora ideal.
Linhas de ensacadoras da Silare, qual escolher?
Em versões com motor a gasolina, diesel ou elétrico, são mais de 20 modelos desenvolvidos com base na realidade do campo brasileiro, organizados em três linhas: RS35, MG35 e PR30/PR35, em homenagem os estados brasileiros que inspiraram seu desenvolvimento.
Compatível com saco 51 × 110 cm, é a linha mais tradicional.
Milho, sorgo, farelos, grãos, ração, resíduos secos — a RS35 encara praticamente tudo.
Projetada para produzir sacos na faixa ideal de 30 a 35 kg, ela é a escolha de quem quer uma máquina que resolve a maioria das necessidades do dia a dia.
A preferida de quem trabalha com Capiaçu, Kurumi, Mombaça e demais capins de baixa densidade.
Apesar de focada nos volumosos, ela é capaz de ensacar tudo o que a linha RS35 ensaca. A diferença está no tamanho: ao usar saco 55 × 110 cm, a MG35 acomoda materiais menos densos mantendo a faixa ideal de 30 a 35 kg por saco quando a padronização de peso é necessária.
Mas seu maior diferencial aparece quando esse padrão não é obrigatório. Como cada saco comporta mais material, são necessários menos sacos para ensacar a mesma quantidade de alimento. O resultado é economia de sacaria, menos mão de obra, melhor aproveitamento do combustível e maior produtividade no ensaque.
É a escolha inteligente para quem:
Nos dois cenários, ela trabalha para aumentar a produtividade e o lucro da propriedade.
Pré-secado, casca de abacaxi, casca de mandioca, partículas longas e soltas.
Aqui o foco é muito específico: robustez e fluidez para fibras grandes, sendo contraindicada para silagem tradicional por trabalhar com sacos redondos, o que desfavorece o empilhamento.
Então, qual ensacadora escolher?
Depende do seu ambiente, fluxo de trabalho, tipo de material, objetivo e peso desejado por saco. O vídeo abaixo explica, em detalhes, as diferenças entre todas as linhas e modelos de ensacadoras da Silare. Fica fácil descobrir qual máquina é ideal para a sua realidade.
Na dúvida? Nossa equipe técnica atende sem compromisso e dá assessoria completa na escolha do seu novo equipamento. Sempre existe uma máquina Silare perfeita para a necessidade do produtor.
Para quem são as ensacadoras da Silare?
Para pequenos e médios produtores rurais que buscam ter mais resultado com o que já produzem, sem aumentar custos, área plantada ou depender da sorte nas safras. A partir disso, as ensacadoras Silare são ideais para quem:
A Silare é comandada por Luiz Ricardi, engenheiro projetista com mais de 30 anos no agro, filho de agricultores e especialista em criar soluções únicas no mercado.
Tudo testado em campo, com melhorias reais baseadas no que o produtor precisa.
Conteúdo técnico e confiável no YouTube, seguido por mais de 150.000 pessoas.
É hora de fazer sua propriedade render mais do que nunca!
Mais de 20.000 clientes já utilizam máquinas Silare para reduzir perdas, multiplicar o retorno e simplificar o trabalho no dia a dia.
Ensacar silagem é poupar mão de obra, proteger o alimento e lucrar mais — especialmente em pequenas propriedades.
Fale com nossa equipe técnica agora mesmo! Atendimento personalizado e sem compromisso. Vamos te mostrar qual modelo se encaixa perfeitamente no seu trabalho, entregando a segurança que seu alimento merece.
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